Hostel 7 em Goiânia ♥

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Antes de falar do hostel, quero dar a notícia de que o blog finalmente ganhou o domínio novo (www.annabeatrip.com.br) – e logo mais também terá cara nova. Tô super feliz, já que foram meses de peleja e perrengues para que desse certo – historinha que vou contar num outro post. 

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Quem me conhece, passou por aqui ou no facebook (curte lá!) já me viu falando do Hostel 7 de Brasília. Além de ter postado tudo sobre o albergue brasiliense, vivo dando notícias dos eventinhos que eles promovem na capital.

Bom, a novidade é que há dois meses Goiânia também ganhou um Hostel 7 pra chamar de seu!

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Eu já sabia que a trupe 7 era super caprichosa e não mediria esforços pra deixar tudo impecável, mas preciso confessar que fiquei muito impressionada com a estrutura. Paixão a parte, o hostel mais bonito e espaçoso que já tive notícia viu? Souberam utilizar cada canto da casa muito bem.

Um casarão de três andares, com direito a piscina, sauna, churrasqueira e salas imensas. Nos detalhes, luminárias criativas, vitral colorido ♥ e quadros descolados. Os quartos ganharam nomes dos patrimônios do Goiás: É o amor, Araguaia, Pequi e Cora Coralina ♥. São cerca de 40 leitos em dormitório coletivo e outros dois quartos de casal, que ainda estão em fase final de arrumação. Roupa de cama, wi-fi e café da manhã já estão na diária, que varia de R$50 a R$60.

O buffet de café da manhã é servido diariamente na sala de refeições, com frutas da estação, pães e frios, bem como uma seleção de bebidas quentes e frias. Para consumo de bebidas, os preços são justos e aliviam o bolso de qualquer mochileiro.

A localização é um detalhe a parte. O hostel fica no Setor Bueno, bairro queridinho e badalado de Goiânia. Próximo ao Goiânia Shopping, ao lado do Bolshoi Pub e parque Vaca Brava – já postei sobre ele aqui. Minha dica é dar uma voltinha no parque no fim do dia e tomar uma água de coco!

A 3,9 km do Estádio Serra Dourada, a 2,3 km da Praça Tamandaré e a 3,1 km da Praça Cívica e a o Aeroporto Santa Genoveva fica a 10 km de distância.

A única observação é que ainda não há placa de identifacação com o nome do hostel, mas eu te garanto: você logo vai reconhecer! Na fachada você vai avistar um portão azul com a traseira da kombi, marca registrar do Hostel 7, além do símbolo da rede Hostelling International.

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Gravei a visita pra editar um vídeo legal, mas desta vez a câmera não foi minha amiga. Vou ser obrigada a voltar lá e fazer de novo. rs

Beijo grande à equipe do hostel que sempre me recebe tão bem! Já entro sem bater na porta. kkk Eldon, obrigada por apresentar todos os cantinhos da casa!

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Serviço

Hostel 7 Goiânia
Endereço: Avenida T2 Quadra 107 Lote 04, 74210-005 – Goiânia
Telefone: (62) 3877-6077
Facebook: https://www.facebook.com/hostel7?fref=ts

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Soundtrip ♪

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Mais de um mês depois, trouxe outra sugestão que entrou na playlist pra não sair mais.

Matt Corby

Difícil um rapaz ser naturalmente tão bonito, hein? Deve ser coisa de australiano. No quesito musical também não deixa a desejar. Tem a voz rouca, notas incomuns, cabelo bagunçado, barba, se veste bem, gosta de ler e surfar. Quer mais o que?

O estilo é meio folk, meio não-sei-o-que. Acho que não sou boa pra definir gêneros musicais né? Só sei dizer que é muito bom e que você deveria confiar no que eu digo. kk

 

Esse aqui foi o primeiro vídeo que vi/ouvi e descobri que quem sabe faz ao vivo mesmo.

Soundtrip ♪

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Jarle Bernhoft

O som desse norueguês estiloso é original e muito, muito agradável aos ouvidos. Pra ser sincera, nem lembro como o conheci, talvez fuçando o youtube ou por indicação de amigo com bom gosto. rs Como a maioria dos artistas, Bernhoft tem fases musicais variadas, mas a essência é sempre a mesma. A verdade é que realmente tenho apreço por esse cara e indico sem medo.

Ouvi-lo num dia sem graça é muito inspirador. Give him a chance ;)

 

Soundtrip ♪

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Enquanto a reforma do blog continua e as revisões das postagens também, vou voltar a indicar descobertas musicais que fazem meu pensamento viajar.

BOY

Descobri a dupla norueguesa há pouco tempo e me apaixonei logo na primeira música. Valeska Steiner e Sonja Glass colocam verdade nas letras e tem um jeito realmente sincero de tocar. Seja a melodia lenta ou rápida, todas as músicas mexem profundamente comigo.

Separei estas três músicas, minhas preferidas do momento – mas vale dizer que tudo que elas fazem sai bom. Dá play aí!

   

Entrevista

A minha casa é igual a sua

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Sei que estou meio atrasada com posts e dicas das minhas viagens, mas ainda estou recebendo as fotos e aguardando a edição dos vídeos. Foram muitos registros legais, quero logo ver. Mas hoje vim fazer uma breve reflexão sobre uma constatação que tira meu sono.

Casa2

Conheço e sei que muita gente se esquiva de receber alguém em casa por vergonha. Vergonha porque o bairro do outro é mais caro, a casa é maior, tem varanda, dois banheiros sociais e geladeira frost free duplex.

Se você se sente assim, ou sentiu em algum momento, tudo bem. A culpa não é sua, te ensinaram a pensar assim.

Eu só queria dizer que a minha casa é igual a sua. Aqui tem pão dormido, caneta sem tampa, vasilha velha. Tem um furo no sofá, uma boca do fogão que não acende, um banheiro apertado. Tem pano de prato com a ponta queimada, talheres diferentes e copo de plástico. Tem estrada de chão, fica longe do centro e tem nome engraçado. Ah, tem uma toalha manchada e uma persiana com defeito também. 

Tem tanta coisa, não? Tem pão, tem caneta, tem vasilha. Tem um sofá, fogão e banheiro. Tem também pano de prato, talheres e copos. Tem estrada e tem nome. Ah, tem toalha e persiana também.

É, seja grato e lembre-se que todo tempo é tempo. Chame seus amigos pra ver um filme, faça um bolo ou macarrão, jogue Imagem&Ação. Aposto que eles não irão se importar de caber num sofá de dois lugares.

E o que tudo isso tem a ver com viagem? Ah, tanto..
Na estrada você verá que quem abre a porta é sempre aquele com mais vasilhas velhas, disposto a dividir o último pão dormido.

As igrejas de Ouro Preto

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Foi só passar o réveillon e pegamos a estrada. Literalmente.

Eu e mais uma trupe de 35 amigos seguimos rumo a Ouro Preto, em Minas Gerais, no dia 2 de janeiro. Saindo de Brasília são, aproximadamente, 12 horas de ônibus, céu estrelado e muitas paisagens lindas. É tão legal ver a vegetação mudando conforme os quilômetros avançam, não é?

Ouro Preto é uma cidade cinematográfica, só pode. É linda, cheia de detalhes, meio congelada no tempo e também antenada.

Foram três dias muito bem aproveitados, então deu pra conhecer quase todos os cantos da cidade – que não é muito grande, mas cheia de peculiaridades. Resolvi começar falando das igrejas que visitamos, resultado de um dia inteiro de muita ladeira. rs

Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia

Ao chegar na cidade – de carro ou pela rodoviária – vai passar pela Igreja de Mercês fatalmente. É bom que sua câmera esteja preparada logo nesta primeira parada, porque a vista é lindíssima!

Conhecida como Igreja das Mercês de Cima, sua construção foi iniciada em 1733 em substituição à que existia no mesmo local. Quando concluída, teve a fachada modificada para dar lugar à torre central, de autoria do mestre Manuel Francisco de Araújo.

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Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias

Infelizmente o Santuário estava fechado e não conseguimos vê-lo por dentro. Mas numa cidade onde tudo é bonito, histórico e cercado por ruas fofas, tudo bem. rs O mais bacana é saber que Aleijadinho e seu pai foram sepultados nesta capela.

Construção iniciada em 1727 e concluída em 1746, onde existia a capela de Nossa Senhora da Conceição construída por Antônio Dias em 1699. Projeto e construção de Manuel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho, ambos aí sepultados. Abriga ainda o Museu do Aleijadinho, com obras do artista.

1 Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias  def

Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões

Seguindo a rota, chegamos à Igreja de Mercês ‘de baixo’, que na verdade fica no alto de uma colina e te obriga a subir uma escadaria das boas. De lá, outra vista linda dos altos e baixos da cidade.

Construção concluída em 1772, a igreja é um edifício com grossas paredes de pedra, com cunhais de cantaria. Está situada no alto de uma colina. O povo passou a chamar a igreja de “Mercês de baixo”, para diferenciá-la da outra, Mercês e Misericórdia, denominada “Mercês de cima”. Leia o resto deste post

Abre de 2014

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Antes de postar dicas das viagens de 2014 (já meio atrasada), senti a necessidade de falar rapidamente sobre o que está acontecendo com o blog.

Alguns perceberam uma ‘leve’ turbulência nos últimos dois meses e é verdade. O blog perdeu o domínio .com e agora vai ser .com.br – e essa fase transição e mudanças é meio chatinha e demorada, mas num futuro breve tudo estará bem e o blog regular. rs

Pra compensar o stress da blogosfera, o ano começou cheio de viagens legais. Ouro Preto/MG, Caldas Novas/GO e Rio de Janeiro/RJ (semana que vem!) no primeiro mês de 2014 foi um presentão!

janeiro 14

É isso! Agora já posso começar com as dicas de Ouro Preto! rs