Arquivo da categoria: O que fazer?

Pertinho do Brasil, mas tão diferente

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Hoje a dica é da Carolina Valadares, amiga querida e jornalista. Ela esteve no Uruguai semanas atrás e me deixou com vontade de conhecer o país. Gentilmente se ofereceu pra contar a experiência e mandou muito bem :)

“Fui para o Uruguai sem nenhuma grande expectativa e confesso que essas viagens que a gente não espera nada são sempre as melhores. Me surpreendi pela sua gente amável e educada, pelos índices de alfabetização (98%) e segurança. E além de tudo, é pertinho do Brasil, 2h30 de São Paulo.

Foram quatro dias na cidade de Montevideu onde pude conhecer a Cidade Velha, bairro onde fiquei;  Pocitos, a beira do rio da Prata, o mercado do Porto; mas fiz também viagens curtas de um dia até a cidade histórica Colônia de Sacramento; a praia de Puntal del Leste e Punta Ballena, onde fica a casa do artista Carlos Paez Vilaró, chamada Casapueblo passeio imperdível.

punta

Vilaró foi um grande artista uruguaio que morreu esse ano. Amigo de Picasso e de Vinícius de Moraes, ele pintava, fazia esculturas, cerâmicas e até escrevia. Seus quadros são coloridos, alegres e povoam a Casapubelo. Mas interessante também é a construção do lugar que ele mesmo fez durante mais de 30 anos, de frente para o rio da Prata. A construção toda branca lembra as casas da Grécia e tem uma vista belíssima pra apreciar. Muita gente vai até a Casapueblo somente pra assistir o por do sol. Eu não vi, mas deve ser demais. Reserve ao menos um período do dia para ir lá e o outro pra ir a Punta. Assim poderá ver as pinturas com calma e apreciar a bela paisagem. Uma parte da casa foi vendida para um hotel, então se tiver vontade já pode se hospedar lá mesmo.

Outro passeio bacana é pegar um ônibus de Montevideu até Colônia de Sacramento. São 180 km numa estrada perfeita que parece um tapete. Uma parte da cidade é patrimônio mundial da Unesco, as casas são antigas em estilo colonial, pintadas de branco com janelas e portas coloridas, outras são de pedra e as ruas de paralelepípedo. Há vários museus, uma igreja e um farol. O lugar é um charme e também convidativo para curtir uma cerveja na rua ou uma boa comida em um de seus restaurantes.  Na praça principal dentro do bairro histórico tem uma lojinha de fotografias que é uma viagem no tempo, chama-se De la Plaza.  A loja pertence a um gaúcho que mudou-se pra Colônia e hoje vende fotos do Uruguai, há também objetos antigos curiosos.

uruguai

Quem gosta de tomar vinhos, vale uma espada de Montevideu até a vinícola Bouza. Nesse caso contratei um tour para degustação e valeu a pena! Eles nos pegaram no hotel em Montevideu e nos levaram até a bodega, que é pertinho da capital. Dentro do estabelecimento dá pra visitar os parreirais, uma coleção de carros antigos, o lugar onde é feito o vinho e onde é armazenado. Ao final da visita guiada, há uma degustação deliciosa no restaurante que fica numa construção charmosa de tijolinhos aparentes.

No Uruguai, um hábito que chama atenção é que as pessoas usam muito as praças e ruas para tomar chimarrão. Eles se sentam em grupos nos bancos ou na própria grama ou ainda naquelas cadeirinhas de praia.  Fui durante o mês de outubro que não é mês de férias, mas mesmo assim o clima era esse. Há muitas pessoas na rambla (calçadão) que percorre a cidade de Montevideu de frente para o rio da Prata e mais parece um mar. Há muita gente também jogando futebol nos gramados e tudo com muita tranquilidade. O senso de coletividade é presente e a vida parece tranquila.Vale a pena uma escapadela por lá.

Ah, e os preços são mais ou menos os mesmos daqui.”

Saiba mais:

http://www.uruguai.org/
http://carlospaezvilaro.com.uy/nuevo/en
http://www.bodegabouza.com/

A minha casa é igual a sua

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Sei que estou meio atrasada com posts e dicas das minhas viagens, mas ainda estou recebendo as fotos e aguardando a edição dos vídeos. Foram muitos registros legais, quero logo ver. Mas hoje vim fazer uma breve reflexão sobre uma constatação que tira meu sono.

Casa2

Conheço e sei que muita gente se esquiva de receber alguém em casa por vergonha. Vergonha porque o bairro do outro é mais caro, a casa é maior, tem varanda, dois banheiros sociais e geladeira frost free duplex.

Se você se sente assim, ou sentiu em algum momento, tudo bem. A culpa não é sua, te ensinaram a pensar assim.

Eu só queria dizer que a minha casa é igual a sua. Aqui tem pão dormido, caneta sem tampa, vasilha velha. Tem um furo no sofá, uma boca do fogão que não acende, um banheiro apertado. Tem pano de prato com a ponta queimada, talheres diferentes e copo de plástico. Tem estrada de chão, fica longe do centro e tem nome engraçado. Ah, tem uma toalha manchada e uma persiana com defeito também. 

Tem tanta coisa, não? Tem pão, tem caneta, tem vasilha. Tem um sofá, fogão e banheiro. Tem também pano de prato, talheres e copos. Tem estrada e tem nome. Ah, tem toalha e persiana também.

É, seja grato e lembre-se que todo tempo é tempo. Chame seus amigos pra ver um filme, faça um bolo ou macarrão, jogue Imagem&Ação. Aposto que eles não irão se importar de caber num sofá de dois lugares.

E o que tudo isso tem a ver com viagem? Ah, tanto..
Na estrada você verá que quem abre a porta é sempre aquele com mais vasilhas velhas, disposto a dividir o último pão dormido.

Um passeio contemplativo pelo centro de Florianópolis

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Hoje quem dá a dica é o super querido Diego Souza, do blog Poltrona Livre (que já apareceu aqui outras vezes). Nem sei ao certo como nos conhecemos e, mesmo com a distância e falta de tempo, a gente se trata com carinho e zoação! rs Coisas da vida da blogosfera!

Então, Diego é de Santa Catarina e mandou um texto bem detalhado sobre o passeio no centro de Floripa.

Voilá!

“Falar sobre Florianópolis é muito difícil para mim, porque sou muito apaixonado por Santa Catarina. Muito mesmo. E isso complica na hora de escrever o texto porque quando percebo, ele está cheio de adjetivos que dizem a verda… que engrandecem o Estado. De qualquer forma, separei um passeio “básico” pelo centro da capital catarinense. Se você estiver com tempo, cumpra este roteiro e se perca pelas ruas da cidade.

mapa passeio centro de florianópolis - crédito google

com exceção do Mirante, os pontos são bem próximos

O passeio começa por dois cartões postais da cidade. O primeiro é a Catedral Metropolitana de Florianópolis que foi inaugurada em 1908 e, atualmente, é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em frente, está o segundo ponto do passeio: a Praça XV de Novembro, onde está a famosa Figueira Centenária que tem um histórico místico. Dizem que se você der uma ou três voltas na figueira, você com certeza voltará a Floripa. Outra lenda, afirma que deve-se dar três ou sete voltas em torno da árvore para atrair o seu verdadeiro amor. Verdade ou não, vale a brincadeira, mesmo que isso estampe no seu rosto a palavra turista!

Floripa 1

O próximo passeio é pela rua Felipe Schmidt, principal ponto de comércio da cidade. Aqui você pode comprar roupas, eletrônicos, livros, perfumes… É uma loja do lado da outra. Vá até a Igreja de São Francisco de Assis, na rua Deodoro, vire a direita, descendo até o famoso Mercado Público.

O prédio tem duas alas – norte e sul – separadas por um vão central. Em uma ala você compra calçados, roupas, artesanato. No outro, frutos do mar. Também há bons restaurantes. Ao lado, há o Camelão, um prédio comercial histórico. É o point dos produtos paraguaios. Antropologicamente falando, vale a pena passar por ali. Outro ponto que sociologicamente falando deve ser visitado é o terminal de ônibus da cidade, que também fica ao lado. Particularmente, acho que neste lugar conseguimos imprimir um raio x da população da cidade (em qualquer canto do mundo). Se você é de longe, vai gostar de ver a diferença cultural da cidade. A fama do povo do sul é de pessoas que não falam alto, educadas e muito bonitas.

Floripa 2

Volte para a rua Conselheiro Mafra e suba “reto toda vida” como costumam falar os Florianopolitanos, também conhecidos como “manezinhos da ilha”. Quando a rua acabar, você estará em um dos cartões postais mais famosos do Brasil, a Ponte Hercílio Luz. Este é o momento em que você pede sua namorada em casamento, ou simplesmente beija sua parceira por longos minutos.

florianopolis-floripa-ponte-hercilio-luz1

Se o clima não esquentar tanto a ponto de você ter que ir pra algum lugar privado, você pode ir para a Avenida Beira-mar norte e dar uma bela de uma caminhada. O mar não é apropriado para o banho, mas a combinação do cosmopolita (carros e prédios de luxo de um lado) e a natureza (mar e as paisagens do outro lado) com certeza farão você querer dar mil voltas em torno da figueira para voltar sempre a “Ilha da Magia”.

Diego Souza
Blog Poltrona Livre

Fotos: Diego Souza/Decolar/Divulgação de SC/Meus roteiros de viagem

Tempo de qualidade em casa

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Se tem uma coisa que estou devendo para minha família é tempo de qualidade. A gente passa tanto tempo na rua, resolvendo mil coisas, saindo com amigos, jantando com uns, cinemando com outros e esquece que tem um bonde dentro de casa que merece atenção também.

Taí uma coisa que vale a reflexão. Amo estar com meus amigos! Por inúmeras vezes preenchi a agenda dos sete dias da semana para estar com eles, mas há algum tempo tenho me policiado (embora nem sempre pareça) para não passar as 24 horas fora de casa. Tenho fugido entre compromissos pra tentar almoçar com eles, separado uma tarde pro shopping, essas coisas de família. rs

Tirei esse final de semana ‘das crianças’ pra ficar em casa e mesmo que tenha ficado algumas horinhas no computador, estava lá. Almocei junto, dormi a tarde, saí pra comprar presente, comi no sofá e fiquei de boa na lagoa com eles.

No domingo, fomos passar o dia na chácara de uns amigos, a quase 1 hora da minha casa, e foi ótimo. Tinha churrasco, muito papo, dindin caseiro, piscina, vacas, galinhas e uma plantação gigante de abobrinha! rs Fiquei preguiçosa pra ir, mas ainda bem que fui.

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Muitas vezes fazemos corpo mole para este tipo de passeio, que nos tira do mundinho digital e dos ‘amigos’, mas ontem me peguei refletindo: se for pra caminhar 10km em uma viagem, passar o dia inteiro de pernas pro ar num hostel fajuto ou encarar um dia de passeio chato EM UMA VIAGEM, ninguém reclama. Sendo assim, quero encorajá-lo, e me comprometer, a investir em tempo de qualidade em casa.

Se tua relação com a família não é lá essas coisas, ainda assim se esforce. Sei lá, faça 1kg de pipoca, divida nas vasilhas e espere que te acompanhem na sessão da tarde :)

Fotos: AnnaBeatrip

(re)encontro de sexta

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Se tem uma coisa que eu amo é receber na minha cidade amigos que conheci por aí. E posso dizer que isso acontece com certa frequência…

Na última sexta-feira (27), recebi a Ingrid, mais conhecida como Brow. É uma história típica de quem viaja: conheci essa alma bem humorada de João Pessoa (junto com Ailton! bjo!) quando fui a Curitiba com Sarah. Desde então, nunca mais nos encontramos. Mesmo assim, sempre trocando ideia pelo facebook e prometendo um reencontro. Quando foi quinta-feira, recebi mensagem surpresa de que ela estaria desembarcando em Brasília e teria apenas de 11h às 15h para passear.

Fiz uma ginástica absurda pra conseguir encontrá-la, já que não tenho previsão para ir a João Pessoa :( O ideal é que Sarah estivesse no meio dessa saída express, mas como uma universitária refém dos horários de Federal, não deu. Mas daremos um jeito no futuro! Pra completar, tinha marcado de encontrar meu amigo Wellington no nosso batponto de almoço, Museu Nacional. rsrs Então ele se juntou à trupe e fizemos um passeio de 30 minutos. Almoçamos no carro, enquanto mostrava os pontos turísticos. rs Foi rápido, mas muito bom!

Brow em BSB

não repara a cara de esbaforida! kkk

DICA: Ingrid seguiu minha indicação e pegou o ônibus executivo, que sai do aeroporto de Brasília e te leva para o centro. Foi a melhor coisa que ela fez, segundo ela. Evitou pagar uma fortuna de táxi, já que a distância é bem significativa. Escrevi um post pro Poltrona Livre falando sobre as opções de transporte saindo do aeroporto. Vem aqui ver! :)

Acho que vou fazer mais posts contando desses reencontros.. Vai que assim vocês ficam mais inspirados a viajar e conhecer pessoas incríveis como a Brow? ;)

Meu corre no Rio de J.

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Não foi minha primeira vez no Rio, mas só agora tive real vontade de voltar e explorar mais essa cidade que, de fato, inspira.

Como o tempo foi bem apertado (sexta, sábado e domingo), não conseguimos fazer muitos programas. Mas conseguimos aproveitar o que era possível, e o melhor, na companhia dos melhores hosts do mundo, Antonina e Raul! Mas sobre eles e nossas saidinhas falo depois.
A viagem é mega tranquila, 1h20 de avião saindo de Brasília. Foi vapt vupt, mas o  suficiente pra eu ler 70 páginas do meu livro novo (yay!). Descemos no Galeão e pegamos um ônibus Linha Amarela (R$13), rumo estação Alvorada, onde pegamos outro bus para o Recreio. Longinho, viu? Mas aproveitei pra observar bastante os bairros e fazer algumas anotações.

A caminho RJ

Eu, Gabi, Caetano e Naty partimos rumo ao RJ exclusivamente para o Rock in Rio. Fomos para o show do sábado (21), com Skank, Philip Philips, John Mayer e Bruce Springsteen. Chegamos pouco antes das 16h e estava muito tranquilo. Não enfrentamos fila, a Cidade ainda vazia, muita gente com suas cangas na grama, solzinho bom… Nada a reclamar da estrutura do evento. Ao contrário disso, fiquei surpresa e muito satisfeita! Levamos um lanchinho basiquinho também, coisa pouca. rs

Pegamos um fim de tarde bem lindo e amei esse primeiro momento. Rimos e divertimos até! Ahhh! Encontrei com meu amigo Bruno de Luca no palco de street dance! Só quem estava comigo sabe como foi encontrar meu ídolo do ‘Vai pra Onde?‘ kkk

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Então, pra quem foi ou assistiu de casa, nem preciso falar muito né? Os shows foram ótimos e me surpreenderam! Sem dúvida, não teria outra banda brasileira para abrir esse dia a não ser Skank. Arrasaram! Philip e John arrebataram o coração das donzelas e Bruce arrepiou também! Sem comentários mexxmo! – ps: homenagem aosh meush amigosh cariocash! rsss

Ainda encontrei minhas amigas Nath Kenupp, Bibi e Chris durante o show e todas estavam curtindo também! O dia foi super legal, saímos pouco antes das 3h e ainda estava rolando show do Bruce!

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Fotos: Caetano, Gabriela, Naty e Beatrip. rs

Bom, sobre o Rock in Rio: isso é tudo, pessoal! Não tem muito o que falar, só minhas humildes impressões mesmo.
Mas já adianto que a semana será ‘especial RJ’!

Cafézinho em Goiânia!

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Ufa!
Tô chorando de emoção por conseguir, finalmente, postar. Essa semana fiz mudança e fiquei todos esses dias sem internet e sem tempo algum, ou seja, bloguinho ficou carente. Mas ok, here we are again!

No início dessa semana recebi um texto ótimo do meu querido amigo Murilo. Ele, assim como eu, é fã de cafés e bistrôs, lugares agradáveis pra ler um bom livro e papear, por isso falou um pouquinho sobre os que ele frequenta na sua cidade, Goiânia. Obrigada demais, Fi!

“Antes de qualquer julgamento prévio, é interessante e pertinente deixar claro que essa análise foi feita por um consumidor comum, por um apaixonado por café como tantos outros amantes de uma boa conversa regada por esse valioso líquido preto, que para muitos, é mais valioso que petróleo. Como não poderia deixar de ser, esse texto está sendo escrito à luz de um bom café expresso. Aliás, esse será o parâmetro dessa avaliação. O sabor e o aroma de um bom café expresso. A estrutura e decoração do ambiente podem entrar nessa equação, porém não será determinante como o produto em si.  OK, chega de tanto bla bla bla.

A cidade de Goiânia é um pouco carente de bons cafés, assim como de livrarias, e todos estão localizados na região sul da cidade. Excelentes cafés podem ser encontrados no Flamboyant Shopping. Lá estão o Fran`s Café, Café do Ponto, Copenhagen e os cafés da Livraria Saraiva e da FNAC. No setor Marista, temos o belíssimo  Café Coreto, o Ateliê do Grão, Fran`s Café e no Shopping Bougainvile, o Café do Ponto e o Café do Mundo. No setor Bueno o Café da Tabacaria N.1 é outro que se destaca.

Dadas as coordenadas geográficas para encontrar um bom café em Goiânia, vamos ao que interessa. Começaremos eliminando alguns. Os Cafés do Ponto, tem um custo benefício nada atraente, além de ter um grão duvidoso em relação a sua qualidade, é necessário desembolsar 3,50 R$ para ter o desprazer de prova-lo. O café da FNAC conta com um ambiente muito interessante. Pessoas realmente cool podem ser encontradas ali, o problema é que o café tem o mesmo porém do Café do Ponto. Alias, tudo no café da FNAC é absurdamente mais caro. Antes de prosseguir, quero deixar claro que toda essa reclamação com os preços não são choramingos de um mão de vaca, mas de quem não está disposto a pagar o que o produto não vale.

Mesmo, porque outro café de preço um pouco mais elevado, lembrando sempre que quando falo elevado é em relação aos preços de Goiânia, o café da Kopenhagen, é um café de excelente qualidade. Além do expresso, vale pedir o Cappuccino. Pra quem gosta de chocolate, então, é a melhor pedida! O Ateliê do Grão e a Tabacaria N. 1 não se destacam nem negativamente nem positivamente. São bons cafés, mas comuns.

Deixando os melhores para o final, aponto o café da Saraiva e o Café do Mundo como excelentes lugares para se tomar um bom café. Além de se poder conhecer pessoas legais, você paga baratinho em um café realmente saboroso! O ponto negativo é o espaço apertado e pouco intimista. O Fran`s é muito bom, tanto no Flamboyant quanto o do Setor Marista, entretanto indico ir no do Setor Marista por esse ser um local para se sentar, bater um bom papo e saborear seu café. Sem o vaivém de pessoas de um shopping. Vale muito a pena provar o croissant quentinho com manteiga e ainda o delicioso Francine Mocha.

Deixando para o final, o que considero o melhor de todos, e provavelmente com o preço mais alto, o Café Coreto. Ali, além de funcionar conjuntamente a um ateliê, você estará envolto de uma decoração de extremo bom gosto. Além disso, você pode escolher entre diversos tipos de grãos e aromas. É um lugar realmente muito aconchegante!

Bem, é isso! Fiquem a vontade para provarem de todos esses e para discordar, inclusive. Afinal, essa opinião não consegue se desvincular do pessoal. Pois, trata-se de gosto. Literalmente!”

Imagens: Murilo Cardoso/Google Search

Eu amo Goiânia e isso não é segredo! Com essas avaliações e indicações é certeza que no meu próximo bate-e-volta em Gyn (Goiânia pros íntimos rss) vou fazer um pit-stop nesses cafés.
Murilo, obrigada mais uma vez pela riqueza de detalhes! Amei!

E você? Onde gosta de tomar um cafézinho na sua cidade?

Beijos!