Tico vai ao Rio

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“Era 11h e o sol estava trincando no Rio. Perto do final de outubro e nem sinal de chuva naquele domingo. A cidade tinha seu agito característico. Antes disso, um saboroso café da manhã – geléia de jabuticaba – dava o gosto matinal. Havia há pouco confirmado, mais um vez, as boas condições do Contemporâneo Hostel. Desde a noite anterior, quando uma baladinha se formou na frente do albergue, notei o potencial de aproveitar o Rio de uma forma diferente.

O Hostel fica em Botafogo. No bairro o clima international é menor, vemos tiazinhas no mercado, tiozão no bar e sim, uma galera jovem andando o tempo todo. A estação de metrô facilita conhecer muita coisa na cidade. E foi exatamente isso que fiz naquele dia.  Descobri um mirante sem querer. No topo do shopping, bem na orla de Botafogo. Uma bela vista, que vale a pena o tédio das escadas rolantes (não contei, talvez oito andares). 

Cheguei no shopping, saindo da estação Botafogo. A passagem custou 2 e pouco, eu acho. Estava vindo do Paço Imperial. Foi um começo de tarde inspirador. Visitei uma bela exposição de arte no museu do Paço. Tive que esperar o museu abrir, era sábado e só funciona de tarde. Fiquei na praça, comendo biscoitos que comprei na feira de antiguidades, ali mesmo, em frente a Praça XV.

A feira foi a surpresa da manhã. Antiguidades de tudo. Todo tipo de tranqueiras, brinquedos, enfeites, acessórios e relíquias. Um espetáculo de coleções a venda. Câmeras antigas, móveis, mapas, globos. Um monte de coisas para ver e comprar. Algumas coisas são caras (e até valem), mas o bacana é garimpar e encontrar uma coisa que você nem queria, mas é tão legal que “vou levar”.

Assim como valeu a pena deixar de ir a praia naquele dia de sol e aproveitar outros Rios. Chegar em frente ao Theatro Municipal,  saindo da estação Cinelândia, foi apenas o começo daquela manhã de sábado. Que, outra vez, teve um saboroso café.

A primeira noite no hostel foi agradável. Banheiro limpo, sala com TV, wifi liberado em todas as áreas. Um bom custo benefício. O hostel não comporta muita gente, o que deixa tudo mais tranquilo. Tem música o tempo todo. Música boa de gosto coletivo. Nesse clima do hostel, tive um final de noite agradável de descanso.

Afinal, desde cedo fiquei em Copacabana, fazendo o que todo bom turista (e local) faz: ficar na areia torrando no sol. Antes de me instalar na praia, andei na orla de Ipanema, passei no arpoador, desci do ônibus no final de copa. Tinha acabado de fazer check-in no hostel e não tinha passado nem duas horas que o avião pousara no Santos Dumont.

Essa é a vista do mirante em cima do shopping em Botafogo.”

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